Campanha com Parceria da Citroen Vernie

A Vernie Citroën, em uma iniciativa pioneira de conscientização ambiental entre as concessionárias de veículos do Paraná, realiza no próximo dia nove, um dia de recolhimento de resíduos eletroeletrônicos.

“O objetivo é despertar nas pessoas o senso comum de colaborar não só com o meio ambiente, mas com as causas sociais, porque a destinação será feita para uma organização não-governamental (ONG), que desenvolve atividades de inclusão”, destaca Flávia Kai, do Departamento de Marketing da empresa.
O lixo eletroeletrônico é um material de difícil destinação e que, muitas vezes, termina estocado por falta de conhecimento do destino correto ou acaba sendo descartado em local indevido.
Segundo a diretoria da Vernie Citroën, ainda hoje, é muito comum as pessoas terem esses materiais em casa ou nas empresas e não saberem o que fazer com eles.
Para evitar sérios problemas ao meio ambiente, por causa do descarte incorreto, é que a empresa abraçou a ideia. “É nossa responsabilidade, como usuários e vendedores de tecnologia, cuidar disso também”, justifica Carlos Picchi, sócio-proprietário das concessionárias.
Os materiais recolhidos na ação serão destinados à ONG E-Lixo de Londrina, especializada no assunto e com Licenciamento Ambiental. A ONG existe desde 2008 e, além do trabalho ambiental de dar destinação correta aos componentes eletrônicos, realiza trabalhos de inclusão social, destinando computadores reformados à instituições assistências que cuidam de carentes.
Portanto vale lembrar que tudo que é ligado na tomada ou que leve bateria, esteja funcionando ou não, será bem-vindo para o descarte.
O recolhimento acontecerá na concessionária Vernie Citroën em Maringá, que fica na Avenida Colombo, 2.680, e nas futuras instalações da Vernie em Londrina, na Rua Quintino Bocaiúva, no entroncamento das avenidas Juscelino Kubitschek e Tiradentes, das nove às 17 horas. (Adriana Santos ).

Comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente

Verniê Citroën realiza coleta de lixo eletrônico

A Concessionária Vernie/Citroën recolheu lixo eletrônico no sábado, das 9h às 17h, e a Aduem apoiou essa iniciativa.
O evento foi em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, uma ação pioneira de conscientização ambiental entre as concessionárias de veículos do Paraná.
Os materiais recolhidos foram destinados a ONG E-Lixo de Londrina, especializada no assunto e com Licenciamento Ambiental, que garante o bom uso, ou o descarte correto dos materiais
A ONG existe desde 2008 e além do trabalho ambiental de dar destinação correta aos componentes eletrônicos, a organização também realiza trabalhos de inclusão social, destinando computadores reformados a instituições carentes.
No dia 09 será recebido apenas lixo eletro-eletrônico, ou seja, tudo que vai ligado à tomada, leva pilhas ou bateria. Os materiais doados podem estar funcionando ou não.  Para mais informações entre em contato pelo telefone (43) 3329-3000 no departamento de Comunicação e Marketing da Vernie Citroën.

Serviço
Doação de lixo eletrônico
Data: 09 de junho de 2012 (sábado)
Local:
Em Maringá: Concessionária Vernie Citroën – Av. Colombo, n°2680
Em Londrina: Antigo prédio da Jabur Pneus – Rua Quintino Bocaiúva, n° 1330 (Futuras instalações da Vernie Citroën Londrina)
Horário: das 09h00 às 17h00

Prêmio Top de Marcas Londrina 2012

Novo rumo para velho lixo

ONG recolhe, separa e, às vezes, recupera computadores que são jogados fora O que o HU, a Epesmel e a Apae de Londrina têm em comum com uma creche e uma aldeia indígena de São Jerônimo da Serra? São, todas elas, entidades que nos últimos dois anos receberam computadores doados por uma organização não-governamental. Criada em março de 2008, a Associação de Recicladores de Lixo Eletrônico recolhe descartes de  equipamentos eletroeletrônicos, separa e vende todo o material e, quando é possível, recupera computadores, que vão parar em locais onde é feito bom uso deles. Em Londrina, para ficar em apenas um dos exemplos acima, 36 equipamentos integram dois laboratórios de informática na Escola Profissional e Social do Menor de Londrina (Epesmel), que há mais de 30 anos busca dar um rumo à vida de crianças e adolescentes de 7 a 17 anos em  situação de risco.
A ONG, é claro, não vive de doações. O salário dos quatro funcionários e o aluguel de um barracão de 300 metros quadrados no Parque Bom Retiro, próximo ao Centro Social Urbano da Vila Portuguesa, são bancados pela venda dos materiais selecionados entre as cerca de oito toneladas mensais de entulho coletadas junto a empresas, escritórios, órgãos públicos e quem mais resolver se livrar do que considera obsoleto. E material é o que não falta. Nesse ano, para se ter uma ideia, a Viação Garcia descartou 250 computadores – todos foram parar no barracão da Rua Ermelindo Leão.
A ONG foi criada e é comandada por Alex Gonçalves, que desde criança é fissurado por informática. Fez curso técnico e, depois, de treinamento e aperfeiçoamento e até o começo do ano passado trabalhava como autônomo até se tocar de que, a rigor, ninguém recolhia o que era atirado em terrenos baldios. Meses depois, estava constituída a ONG E-lixo, que trabalha com a reciclagem não só de computadores, mas de todo aparelho eletroeletrônico – rádio, TV, ar condicionado, celular. Deles, a firma Gonçalves, são retirados pelo menos cinco tipos de material reciclável: placas, fios, plástico, lata e vidro que, em grandes quantidades, são reutilizados pela indústria. “Reciclagem gera renda, qualidade de vida, inclusão digital”, ele explica.
“Quando começamos o trabalho, pensávamos apenas na questão ambiental”, diz Gonçalves, que não se esquece de um despejo de toneladas de equipamentos na Estrada dos Pioneiros cujo responsável, depois de identificado por fiscais da prefeitura, ateou fogo no material para eliminar provas.
“Depois, vimos que o trabalho poderia ter também um viés social”, acrescenta ele, que hoje dedica quase todo seu tempo de trabalho à ONG e tem como metas, além da ampliação das atividades da E-lixo, a disseminação dessa iniciativa por outras cidades e, no plano político, lutar para que o País tenha uma legislação que contemple a logística reversa – para que indústria e comércio assumam a destinação de seus produtos, na perspectiva de que, em médio prazo, não mais seja preciso criar ONGs para cuidar disso.